Amargura (tema varal)
Os prados caem em abismos.
Estilhaços do possível
Por buraco negro engolidos.
O amor é torturado,
O sonho massacrado,
Sol sem dia.
Amargura, préstito fúnebre da ternura...
.
sábado, 25 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Dramaturgia
Queria perfurar essa mente,
No afã mais ardente,
Regorgitar das cinzas da infâmia.
Queria recriar estética no imprevisto,
Libertar um objetivo misto
Galopar a cidade subterrânea.
Queria redirecionar sobressaltos,
Por prados trocar asfaltos,
Criar sonhos sem hipocrisia.
Porém, reprogramo a genética,
Solto a bandeira da ética,
Luto por uma nova eugenia.
No afã mais ardente,
Regorgitar das cinzas da infâmia.
Queria recriar estética no imprevisto,
Libertar um objetivo misto
Galopar a cidade subterrânea.
Queria redirecionar sobressaltos,
Por prados trocar asfaltos,
Criar sonhos sem hipocrisia.
Porém, reprogramo a genética,
Solto a bandeira da ética,
Luto por uma nova eugenia.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Tranquilidade
Por do sol,
fecho as cortinas olhando o céu.
Cores tão belas cheias de calma.
Não rimo, mas sinto.
Sinto a alegria de saber que outros amam.
Que se amam, se esperam, se desejam.
O caminho já sem pedras ou cobras
floresce sem cactos.
Eles se querem e admiram
A vida já não é um ato.
fecho as cortinas olhando o céu.
Cores tão belas cheias de calma.
Não rimo, mas sinto.
Sinto a alegria de saber que outros amam.
Que se amam, se esperam, se desejam.
O caminho já sem pedras ou cobras
floresce sem cactos.
Eles se querem e admiram
A vida já não é um ato.
De autora desconhecida - de morrer a rir
POEMA FEMININO
Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que 'dele' não lembra nem o nome?
Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Estamos em uma época em que:
Homem dando sopa,
é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres.
Pior do que nunca achar o homem certo
é viver pra sempre com o homem errado.
Mais vale um cara feio com você
do que dois lindos se beijando.
Se todo homem é igual,
porque a gente escolhe tanto???
Príncipe encantado que nada...
Bom mesmo é o lobo-mau!!
Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
E ainda te come!!!
Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Que 'dele' não lembra nem o nome?
Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Estamos em uma época em que:
Homem dando sopa,
é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres.
Pior do que nunca achar o homem certo
é viver pra sempre com o homem errado.
Mais vale um cara feio com você
do que dois lindos se beijando.
Se todo homem é igual,
porque a gente escolhe tanto???
Príncipe encantado que nada...
Bom mesmo é o lobo-mau!!
Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
E ainda te come!!!
http://www.amazon.com/dp/B0041T4EM6
Sinopse do Livro A Chave do Grande Mistério de Rosa DeSouza
Daniel, um arqueólogo brasileiro, é convidado para dirigir um sítio arqueológico no Egito. A partir do momento em que encontra um certo artefato – uma caixa de topázio contendo um Ank – a sua vida fica continuamente em perigo. Sendo perseguido pelos senhores da Terra, ele foge, sendo acolhido por povos que vivem no interior do planeta. Em suas indas e vindas entre os dois mundos passa por várias aventuras, mas acima de tudo é iniciado nos mistérios da história humana. Desvendando o impenetrável, também descobre e desenvolve o poder que cada ser humano carrega dentro de si, o que tem sido o maior de todos os segredos ocultos, na intenção de impedir a libertação do Homem. O final é pura emoção, fascinante e surpreendente.
Daniel, um arqueólogo brasileiro, é convidado para dirigir um sítio arqueológico no Egito. A partir do momento em que encontra um certo artefato – uma caixa de topázio contendo um Ank – a sua vida fica continuamente em perigo. Sendo perseguido pelos senhores da Terra, ele foge, sendo acolhido por povos que vivem no interior do planeta. Em suas indas e vindas entre os dois mundos passa por várias aventuras, mas acima de tudo é iniciado nos mistérios da história humana. Desvendando o impenetrável, também descobre e desenvolve o poder que cada ser humano carrega dentro de si, o que tem sido o maior de todos os segredos ocultos, na intenção de impedir a libertação do Homem. O final é pura emoção, fascinante e surpreendente.
Memória
Armando querido,
Não lembro fraquezas nem falhas
Lembro de um nobre amigo,
E vontades com garras.
Lembro do amor tantos inspirando,
Lembro de um lar cheio de paz,
Lembro de viagens me ensinando
Até a gostar de jazz...
Lembro a veemência e a decência,
Dos risos e das partidinhas, como eletricidade em pó...
Do orgulho da minha inteligência
Da bruxinha, nome que me dava o teu gogó...
Partiste, talvez já tenhas reencarnado,
Perdoa, não sou médica nem bailarina,
Discussões que te faziam encarnado,
Ser eterna estudante foi a minha sina...
Obrigada pai pelo pouco que foi tudo,
Mas saibas que muito amei, tanto...
Aqui me preparo para um encontro (?)
Nunca te desapontei, não sem muito pranto...
A minha sombra tem sido dignidade,
O meu ensejo humanidade,
Injustiça a minha revolta,
A luz, sempre sentir-te à minha volta.
Não lembro fraquezas nem falhas
Lembro de um nobre amigo,
E vontades com garras.
Lembro do amor tantos inspirando,
Lembro de um lar cheio de paz,
Lembro de viagens me ensinando
Até a gostar de jazz...
Lembro a veemência e a decência,
Dos risos e das partidinhas, como eletricidade em pó...
Do orgulho da minha inteligência
Da bruxinha, nome que me dava o teu gogó...
Partiste, talvez já tenhas reencarnado,
Perdoa, não sou médica nem bailarina,
Discussões que te faziam encarnado,
Ser eterna estudante foi a minha sina...
Obrigada pai pelo pouco que foi tudo,
Mas saibas que muito amei, tanto...
Aqui me preparo para um encontro (?)
Nunca te desapontei, não sem muito pranto...
A minha sombra tem sido dignidade,
O meu ensejo humanidade,
Injustiça a minha revolta,
A luz, sempre sentir-te à minha volta.
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